
- Ô tio, me dá tudo de bala e chiclete! - Disse ele ao moço da padaria.
- Que tanta bala é essa menino? - Disse a mãe apavorada.
- Ô tio, me dá tudo isso de entradas! - Disse ele ao bilheteiro do parque.
- Que tanto bilhete de roda gigante é esse? - Disse o pai nervoso.
E o tempo passou...
- Menino, não vai subir nesse abacateiro que tu podes quebrar um braço aí! - Disseram os pais preocupados.
E o tempo passou... E o menino nunca subiu no abacateiro atrás da sua casa.
E o tempo continuou passando...
- Ainda pego todo esse dinheiro e compro tudo em bilhetes de roda gigante! (...) Será que ainda existe o abacateiro? - Pensou ele já homem feito.
- Que tanta bala é essa menino? - Disse a mãe apavorada.
- Ô tio, me dá tudo isso de entradas! - Disse ele ao bilheteiro do parque.
- Que tanto bilhete de roda gigante é esse? - Disse o pai nervoso.
E o tempo passou...
- Menino, não vai subir nesse abacateiro que tu podes quebrar um braço aí! - Disseram os pais preocupados.
E o tempo passou... E o menino nunca subiu no abacateiro atrás da sua casa.
E o tempo continuou passando...
- Ainda pego todo esse dinheiro e compro tudo em bilhetes de roda gigante! (...) Será que ainda existe o abacateiro? - Pensou ele já homem feito.
Comentários
mt obrigadenha.
saudades de ti tb. muitaaa.
encontrei o bruno dia desses no angeloni.
bjao,.
haha mas saiu pela metade