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10 novembro, 2011

A VIDA DOS OUTROS


Fernando Montiel Klint
Ele não acreditava em nada. Ela acreditava em tudo. Ele dizia que a vida era para ser vivida. Ela dizia que a vida era para ser resguardada. Ele acordava cedo. Ela? Não acordava! Dormia na esperança de economizar o tempo que lhe restava. Ele acreditava na morte – sim, na morte definitiva. Ela acredita na paraíso – um lugar repleto de delícias!


Continua...

Um comentário:

TaTa disse...

"E quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?"

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