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13 agosto, 2006

AS CINZAS DAS HORAS


Jonathan Weiner
Foi sem ele saber por que. E assim, num dia qualquer, ele acordou e notou que o dia estava mais cinzento. Tudo estava calmo, com um gosto de "opaco". O mar já não dizia-lhe nada, nem as árvores, nem as horas... Não importava! O tempo continuava transpassando por entre o seu coração, seus pensamentos... Mas realmente não importava; porque era como se nada acontecesse! Estranho era pensar que lá fora todos se preocupavam em quantas velas seriam apagadas nas próximas horas!
- Ah!, se todos soubessem o quão insignificantes são as grandes coisas da vida... - Pensava.
E no segundo dia, após aquele dia cinzento, houve mais dias cinzentos como aquele... E assim, ele acostumou-se com o que era parte dele. O que causava-lhe medo, transfigurou-se em sentimentos. (...) Ele deixou de regar suas plantas, alimentar seus peixes, de dar corda no seu velho e pequeno relógio de pulso; que nunca mais despertou!

2 comentários:

Fisionomia nota dez!!! disse...

http://comendoborboletas.blogspot.com/

oi bonito. fiz um inspirado no teu.
gosto de ler o q tu escreve,
muita saudade.
muita mesmo.
faz falta poder sonhar junto contigo essa vida q corre q nem louka.
faz falta nossos cafés sem maiores propósitos. nossas risadas. as pedras na bolsa e tudo mais. faz falta muita falta essa amizade leve q a agente tem.

bj.

má.

pp disse...

te amo ... È BOM LER O QUE ESCREVES ...

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